2 de janeiro de 2019

Migrando para Project Life Digital

FELIZ 2019!!!! Voltando a postar por aqui depois de muito tempo (final de ano foi meio doido por aqui), mas voltei com novidades relacionadas à Project Life!

Quem acompanha o blog há um tempo sabe que faço Project Life desde 2014, e sempre fiz 6x8', que é um tamanho que AMO e não pretendo mudar tão cedo. Mas ano passado me encontrei com um problema: não conseguia mais encontrar plásticos para os álbuns. Em meados de março já tinha acabado com todos os que tinha em estoque por aqui, e desde então fiquei sem conseguir documentar. Devo dizer que fiquei frustradíssima, já que a marca que produzia o material (Toke e Crie) tinha todos os modelos que eu precisava e eu sempre encontrava-os nas feiras ou nas lojas... mas pararam de fabricar sem razão NENHUMA nesse último ano, e me vi sem poder terminar meu ano. Conclusão: MUITAS fotos acumuladas, um projeto ENORME parado que precisarei retomar assim que conseguir mais plásticos. 

Foi ai que decidi mudar. Me encontrei num bloqueio criativo terrível por conta disso, e não queria que 2019 fosse assim. Descobri os produtos digitais no final do segundo semestre, e me encantei por uma abordagem que até então não gostava, achava perda de dinheiro e de amplitude criativa. Quem diria, huh?! A palavra do ano (CHANGE/MUDANÇA) realmente fará jus a tudo que está acontecendo por aqui. 

Pois então, depois dessa descoberta, fiz um grande desapego das minhas coisas físicas, mantendo somente aquilo que fazia meus olhos brilharem, e investi em mais produtos digitais (papéis e elementos), e até criei alguns! Resolvi deixar o material físico para projetos como mini álbuns, junk journals e etc; e agora Project Life somente no Photoshop! Pretendo passar tudo que fizer no computador para álbuns físicos um dia (o famoso Project Life Híbrido, que também amei! Consiste em fazer todo o trabalho digitalmente, imprimir e encaixar nos plásticos!), mas assim consigo pelo menos fazer os layouts, sem ter que ficar esperando os plásticos ficarem disponíveis de novo. Bloqueio criativo esse ano?! DE JEITO NENHUM!

Trouxe hoje as duas páginas que já criei, página título e o primeiro dia do ano, onde documentei o lançamento da terceira temporada de Desventuras em Série!



Me contem aqui nos comentários quem faz/já fez/ tem interesse em Project Life Digital ou Híbrido e vamos compartilhar nossos conhecimentos/dicas!

31 de outubro de 2018

Patch & Arte 2018

Acharam que as feiras criativas tinham acabado?! Pois não! Ainda temos a Patch & Arte em São Paulo, pra nos prepararmos pras criações de final e ano. Mais alguém criando presentes handmade? Porque eu estou super !

Se você quer se preparar para o Natal, comprar presentes artesanais ou fazer cursos pra te ajudar a criar algo pra família, agora é a hora !


 A Toke e Crie oferecerá no dia 8/11, às 16h30, e no dia 9/11, às 15h, o curso de encadernação com tecidos, técnica que pode ser aplicada em agendas, livros de receitas etc. Nos mesmos dias e horários, a maior distribuidora de produtos de artesanato do Brasil também irá ministrar o curso de Scrap Festa Natal. Os cursos da Toke e Crie são gratuitos e as vagas serão preenchidas de acordo com a ordem de chegada.

Também gratuito e por ordem de chegada será o workshop sobre enfeites de natal da Feltros Santa Fé. No dia 7/11, o curso será ministrado por Marcella Cruz, das 13h30 às 14h30, e no dia 8/11 por Mônica Roma, das 15h às 16h.

Para quem gosta de trabalhos manuais com agulha e linha, a Etec Rocha Mendes ensinará a técnica de renda Nhanduti, no dia 7/11, às 15h, e no dia 8/11, às 13h30. O curso da Etec é gratuito e as vagas são por ordem de chegada ao espaço da escola técnica.

Além de cursos, expositores da Patch & Arte também farão demonstrações de técnicas nos estandes. A feira também será palco de exposições. Veja a programação completa de cursos e outras atrações no site https://www.wrsaopaulo.com.br/patchartesp


Patch & Arte São Paulo
Data: de 7 a 10 de novembro de 2018
Local: Centro de Eventos São Luis
Endereço: Rua Luiz Coelho, 323 - São Paulo – SP
Horário: das 13h às 19h
Ingresso: R$16 inteira e R$8 meia
Proibida a entrada de menores de 12 anos
Realização: WR São Paulo Feiras e Congressos
Mais informações: https://www.wrsaopaulo.com.br/patchartesp

19 de outubro de 2018

Melhores documentários na Netflix

Hoje,19 de Outubro de 2018, está sendo lançada a segunda temporada da famosa série produzida pelo Netflix, Making a Murderer. A primeira temporada saiu em 2015 e foi um sucesso estrondoso. Antes de eu assistir este documentário, meu interesse pelo assunto era nulo, mas após os 10 episódios de 1h cada, descobri um vício: documentários criminais. Pode parecer mórbido gostar de assistir algo assim, mas são altamente interessantes (e super me ajudam na questão de vocabulário inglês, já que são assuntos pouco abordados diariamente). 

Para "comemorar" este lançamento, decidi trazer meus documentários criminais favoritos da Netflix (a maioria produzida pela própria), que sempre que posso assisto novamente.

1. Making a Murderer


Primeiro, claro, vamos falar de Making a Murderer. O título pode parecer meio sombrio, mas condiz totalmente com tudo que aconteceu com Steven Avery. Em 1985 ele foi preso por ser suspeito de um caso de estupro no condado de Manitowoc em Winsconsin, e depois de 18 anos na cadeia foi liberado após testes de DNA provarem que ele não era o culpado. Após isso a vida dele continuou uma bagunça, devido ao fato de ele ser acusado novamente em 2007, agora pelo assassinado de Teresa Halbach. A série contém 10 episódios em cada temporada.

2. Amanda Knox


Amanda Knox foi exatamente o segundo documentário que assisti após o citado acima, e desde então já assisti 3 vezes e tornou-se meu favorito (inclusive estou lendo o livro escrito pela mesma que conta seu lado da história, que ninguém quis ouvir durante todo o processo). Amanda Knox conta a história dessa Americana, com 20 anos na época, que foi estudar em Perugia, na Italia, e desde então sua vida virou de cabeça para baixo. Sua colega de quarto foi assassinada e ela foi considerada a principal suspeita, juntamente com o namorado Rafaelle. Após anos na cadeia ela foi declarada inocente por falta de provas, mas até hoje há aqueles que a consideram culpada, desde que a mídia a criou como essa assassina implacável. O filme possui 1h32.

3. The people vs. OJ Simpson


The People x O.J. Simpson é o único da lista que não foi produzido pelo Netflix e é uma encenação dos ocorridos com o famoso jogador de Futebol Americano O.J. Simpson, que foi acusado de matar sua ex-esposa. O documentário foi baseado no livro de mesmo nome escrito por Jeffrey Toobin (o qual estou doida pra ler também). O caso durou meses e é um dos que mostra como a mídia influenciou muitas das decisões, e como as provas foram totalmente má conduzidas. A série tem 1 temporada de 10 episódios.

4. The Keepers


Este conta a história do assassinato da Freira Cathy Cesnik, que lecionava Inglês em uma escola de Ensino Médio de Baltimore e foi morta em 1969, um caso até hoje não solucionado. O caso foi "investigado" após anos por duas de suas ex-alunas, que acreditavam que as suspeitas da Irmã com relação ao comportamento de um padre levaram ao assassinato da mesma. A série tem 1 temporada com 7 episódios.


5. The Staircase


 The Staircase conta a história de um famoso escritor, Michael Peterson, que encontrou sua esposa morta aos pés da escada de sua mansão na Carolina do Norte em 2001. Ele foi quase que imediatamente acusado pelo assassinato, e seu julgamento durou três meses, mas no final ele foi considerado culpado. O documentário foi finalizado pela Netflix, mas não produzido pela mesma. Ao que parece o próprio Peterson contratou cinegrafistas para gravar sua versão da história e, assim, tentar provar sua inocência, portanto há vários fatos que foram omitidos, fazendo com que assim acreditemos em sua história. A série contém uma temporada de 13 episódios.

6. Longshot 


O documentário mais curto, mas um dos que me deixou mais chocada. Long Shot fala sobre Juan Catalan, acusado de cometer um assassinato do qual era totalmente inocente, e precisa provar sua inocência, já que ele estava num jogo de Baseball no momento do crime.A forma que sua inocência é provada é de deixar qualquer um de queixo caído, tamanha a sorte que ele teve nesse dia. Não darei spoilers, mas assistam, o documentário tem apenas 40 minutos inacreditáveis. 


7. Gênio Diabólico (Evil Genius - The True Story of America's Most Diabolical Bank Heist)


O último que assisti, foi lançado esse ano, conta a história de um assalto a banco que acabou na morte de um suposto inocente entregador de pizza, Brian Wells, na Pensilvânia. O caso todo te faz pensar em Jogos Mortais, tamanha é a trama dessa história. A série tem 1 temporada de 4 episódios, mas é difícil parar até ter terminado tudo. 

E ai, gostaram da lista? Se interessaram? Eu mesma, após essa pesquisa, acabei encontrando vários outros documentários interessantíssimos por lá, que pretendo trazer aqui em breve. 

29 de agosto de 2018

Tutorial - Mini Mini Book

Lembram daquele mini álbum que fizemos utilizando somente uma folha de papel de scrap?! Hoje tenho um ainda mais fácil, e usando apenas METADE de uma folha! Não é demais?! 


Material: uma folha de scrap 30x30 cm de sua preferência (só usaremos metade); tesoura; régua; estilete (se tiver só a tesoura já dá); dobradeira.



Passo 1: corte sua folha ao meio (será possível fazer dois mini livros no total), e você terá a medida de 30 cm por 15 cm.



Passo 2: meça 7,5 cm da altura e dobre ao meio.


Depois marque ou já vinque a cada 5cm , ao longo de toda a folha.


Você terá retângulos medindo 5,cm por 7,5 cm


Corte ao longo da dobra do meio, mas deixe o último retângulo grudado, pois é ele que dará nossa junção e só assim será possível ter o modelo de mini livro. 


Passo 3: Decida qual lado de seu papel você quer que as páginas sejam, e cole o lado oposto, todas as partes. Isso diminuirá seu livro em apenas 4 folhas.Se preferir ter mais espaço, pode colar apenas os lados e transformá-los em mini pockets para tags (que é como ficará nossa junção abaixo)


A parte que ficou conectada vai ser dobrada para cima (igual fizemos naquele projeto de mini álbum folha única, lembra?!), você pode tanto colar tudo ou fazer o mesmo que indiquei acima e transformá-lo num pocket. Eu fiz dessa forma pois fica muito grosso se colar tudo, então achei melhor.


A lombada do seu livro já ficará conectada só em fazer esse processo, mas para ficar melhor acabado, vamos fazer uma capa!


Passo 4: Corte um pedaço de papel medindo 11 cm por 8 cm, e vinque meio centímetro ao meio para comportar nossa lombada. Você pode fazer no mesmo papel que o miolo ou mudar. Eu escolhi esse tom coral que achei que combinou muito com o kraft. 


No final, você terá um mini mini mini mini livro para documentar o que quiser!


Usando toda a folha, no final acabei com dois mini livros diferentes, e planejo fazer coisas muito fofas com eles! Se quiserem ver o resultado final, comentem aqui! Até o próximo post!!